Rose's profileO que se colhe , é o que...PhotosBlogListsMore Tools Help

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    11/27/2007

    Abraço

     

     
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    11/23/2007

    Boas Coisas da Vida


     

     

    BOAS COISAS DA VIDA
     


    Se apaixonar.


    Rir até sentir o rosto doer.


    Uma praia.

     Um supermercado sem filas.


    Um olhar especial.


    Receber cartas ou e-mails.


    Dirigir numa estrada bonita.


    Escutar sua música preferida no rádio.


    Um banho de espuma (avec).


    Uma boa conversa.


    Um banho quente.

    Achar uma nota de R$100 na sua
    blusa do inverno passado.


    Rir de você mesmo.


    Ligações à meia noite que nunca terminam.


    Rir sem absolutamente razão nenhuma.


    Ter alguém pra te dizer que você é bonita(o).


    Rir por alguma coisa que você lembrou.


    Os amigos.


     Amar pela primeira vez; pela segunda,
    pela terceira, ...


    Ouvir, acidentalmente, alguém falar bem de você.

    Acordar e perceber que ainda faltam
     algumas horas para dormir.

     O primeiro beijo.


    Fazer novos amigos ou ficar junto dos velhos.


    Conversas à noite com seu colega de quarto
    que não te deixa dormir.


    Alguém brincar com o seu cabelo.


    Bons sonhos.


    Chocolate quente.


    Viagens com os amigos.


    Dançar.


    Beijar na boca.


    Ir à um bom show.


    Ter calafrios ao ver "aquela" pessoa.


    Ganhar um jogo difícil.


    Passar o tempo com os(as) amigos(as).


    Ver os(as) amigos(as) sorrir ou rir.


    Segurar a mão de um(a) amigo(a).


    Encontrar com um(a) velho(a) amigo(a) e descobrir
    que tem coisas que nunca mudam.

    Descobrir que o amor é eterno e incondicional.


    Abraçar a pessoa que você ama.


    Ver a expressão de alguém que ganhou um presente
    que queria muito de você.


    Ver o nascer do sol.

     


    Levantar todo dia e agradecer a Deus 
    por outro
    lindo dia!

    11/22/2007

    AFRICANOS ADORANDO A JESUS CRISTO !!!


     

    VAI TER QUE VOLTAR EM 2007 E 2008     SIM !!!
    11/19/2007

    Trancado.

     

    Eu tranco a porta
    Pra todas as mentiras
    E a verdade também está lá fora
    Agora a porta está trancada

    A porta fechada
    Me lembra você a toda hora
    A hora me lembra o tempo que se perdeu
    Perder é não ter a bússola
    É não ter aquilo que era seu
    E o que você quer?
    Orientação?

    Eu tranco a porta pra todos os gritos
    E o silêncio também está lá fora
    Agora a porta está trancada
    Eu pulo as janelas
    Será que eu tô trancado aqui dentro?
    Será que você tá trancado lá fora?
    Será que eu ainda te desoriento?
    Será que as perguntas são certas?
    Então eu me tranco em você
    E deixo as portas abertas...
     
    (Ana Carolina)
    Trancado
    11/16/2007

    Rosas para uma ROSE

     

    Niver


     

     

     

     

    No TEMPO em que festejavam o dia dos meus anos,
    Eu era feliz e ninguém estava morto.
    Na casa antiga, até eu fazer anos era uma tradição de há séculos,
    E a alegria de todos, e a minha, estava certa com uma religião qualquer.

    No TEMPO em que festejavam o dia dos meus anos,
    Eu tinha a grande saúde de não perceber coisa nenhuma,
    De ser inteligente para entre a família,
    E de não ter as esperanças que os outros tinham por mim.
    Quando vim a ter esperanças, já não sabia ter esperanças.
    Quando vim a olhar para a vida, perdera o sentido da vida.

    Sim, o que fui de suposto a mim-mesmo,
    O que fui de coração e parentesco.
    O que fui de serões de meia-província,
    O que fui de amarem-me e eu ser menino,
    O que fui — ai, meu Deus!, o que só hoje sei que fui...
    A que distância!...
    (Nem o acho...)
    O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!

    O que eu sou hoje é como a umidade no corredor do fim da casa,
    Pondo grelado nas paredes...
    O que eu sou hoje (e a casa dos que me amaram treme através das minhas
    lágrimas),
    O que eu sou hoje é terem vendido a casa,
    É terem morrido todos,
    É estar eu sobrevivente a mim-mesmo como um fósforo frio...

    No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...
    Que meu amor, como uma pessoa, esse tempo!
    Desejo físico da alma de se encontrar ali outra vez,
    Por uma viagem metafísica e carnal,
    Com uma dualidade de eu para mim...
    Comer o passado como pão de fome, sem tempo de manteiga nos dentes!

    Vejo tudo outra vez com uma nitidez que me cega para o que há aqui...
    A mesa posta com mais lugares, com melhores desenhos na loiça, com mais copos,
    O aparador com muitas coisas — doces, frutas o resto na sombra debaixo do alçado —,
    As tias velhas, os primos diferentes, e tudo era por minha causa,
    No tempo em que festejavam o dia dos meus anos...

    Pára, meu coração!
    Não penses! Deixa o pensar na cabeça!
    Ó meu Deus, meu Deus, meu Deus!
    Hoje já não faço anos.
    Duro.
    Somam-se-meu dias.
    Serei velho quando o for.
    Mais nada.
    Raiva de não ter trazido o passado roubado na algibeira!...

    O tempo em que festejavam o dia dos meus anos!...

     

    Ai, ai.. hj acordei c/ uma sensação meio estranha...acho que é o peso da idade! Fazer 30 anos realmente é uma responsa, hj acordei pensando em pessoas que passaram por minha vida e acabei descobrindo que sinto falta de algumas delas, como será q estão ou o questão fazendo de suas vidas? Sabe-se lá!!!!

    Recebi uns recadinhos lindos lá no orkut e fiquei feliz em saber que algumas pessoas me desejam coisas boas, que Jesus Cristo faça de mim uma mulher vitoriosa, uma mãe virtuosa e uma pessoas melhor para o mundo.

    Rose Costa

     



    É Urgente


     



     

    É urgente o amor.
    É urgente um barco no mar.

     

    É urgente destruir certas palavras
    ódio, solidão e crueldade,
    alguns lamentos,
    muitas espadas.

     

    É urgente inventar alegria,
    multiplicar os beijos, as searas,
    é urgente descobrir rosas e rios
    e manhãs claras.

     

    Cai o silêncio nos ombros
    e a luz impura até doer.
    É urgente o amor,
    é urgente permanecer.

     

     
    11/9/2007

    O meu olhar

     

    ROSE

    O meu olhar
    O meu olhar é nítido como um girassol. 
    Tenho o costume de andar pelas estradas 
     olhando para a direita e para a esquerda, 
     e de, vez em quando olhando para trás... 
     E o que vejo a cada momento 
     é aquilo que nunca antes eu tinha visto, 
     e eu sei dar por isso muito bem... 
     Sei ter o pasmo essencial 
     que tem uma criança se, ao nascer, 
     reparasse que nascera deveras... 
     Sinto-me nascido a cada momento 
     para a eterna novidade do Mundo...

     Creio no mundo como num malmequer, 
     porque o vejo.  Mas não penso nele 
     porque pensar é não compreender ...

     O Mundo não se fez para pensarmos nele 
     (pensar é estar doente dos olhos)                   
     mas para olharmos para ele e estarmos de acordo...

     Eu não tenho filosofia: tenho sentidos... 
     Se falo na Natureza não é porque saiba o que ela é, 
     mas porque a amo, e amo-a por isso, 
     porque quem ama nunca sabe o que ama 
     nem sabe por que ama, nem o que é amar ... 
     Amar é a eterna inocência, 
     e a única inocência não pensar...

    Alberto Caeiro/Fernando Pessoa

    em O Guardador de Rebanhos

    Saudade



     

     

     

    Saudades!!

    De vez em quando eu penso em ti,
    então minha voz se cala, meu corpo estremece
    e meu coração bate desesperadamente...
    uma lágrima se atira a esmo no espaço
    e meus olhos se perdem no infinito.

    De vez em quando eu te sinto,
    acariciando o meu rosto,
    balançando a cabeça,
    teus cabelos roçando o vento,
    tua voz acariciando meu ser,
    de vez em quando eu te encontro
    perdida em meus passos,
    indomável diante dos meus braços,
    distante do meu sentimento.

    De vez em quando eu penso em ti,
    como uma andorinha que se foi,
    como um raio que se apagou,
    ou uma luz que se perdeu no mar,
    de vez em quando eu te pressinto,
    tão perto e tão longe,
    tão perto que nem posso te alcançar,
    tão longe que não consigo te esquecer.

    De vez em quando eu choro,
    e não consigo conter minha dor,
    por não poder te ter,
    por não poder te amar,
    por não suportar a força que tem,
    o rastro de uma felicidade,
    de vez em quando eu te tenho junto a mim,
    pois és no meu amargor,
    a chama de uma saudade.

    autor desconhecido