|
|
11/24/2008
E realmente ele aparece no lugar e da forma mais inesperada possível... e quando se torna real, impossível fingir, esconder, muito menos escapar!
Cenas de um filme pra lá de emocionante, com uma música... uma música... ouçam!!!
E, para mim, a melhor cena do filme. Pq no final tudo dá certo, e dá sim p voltar atrás, tentar resgatar o tempo perdido, consertar besteiras... se o amor ainda existe!!!
Dá pra voltar e fazer um novo final, pq como direia Fernando Sabino: "No fim tudo dá certo, e se não deu certo é porque ainda não chegou ao fim."
11/20/2008
www.blogdotas.com.br
Leia aqui um pedaço do texto do blog, leia o restante no link acima.
[ "O jovem Alberto, mal vestido, morre com a nota fiscal, com comprovante de compra nas mãos.
Enquanto aguardava dentro da loja, “roupa de trabalhador”, sua esposa Darilene (22) voltava do caixa aonde fora pagar a prestação da compra de um colchão. Foi abordado pelo assassino, terno preto. Depois de um bate boca ligeiro o segurança saca da arma e atira à queima roupa. O jovem tomba sem vida.
Suas últimas palavras: Sou cliente, não sou ladrão!”. A partir daí se calou. Calou da mesma forma como estamos calados, sufocados há 400 anos. Que grande equívoco este país!
Mal vestido, roupa de trabalho, é um sinal verde para o braço armado da sociedade, o assassino pago para atirar. Alberto deixa esposa e um filho de 5 meses. Alberto deixa morta a remota esperança de milhares de jovens brasileiros. Estudar pra que? Trabalhar pra que? Ser honesto pra que? Brasileiros alfabetizados, respondam honestamente essa pergunta!
Nenhuma revolta, nenhuma vingança organizada. Nada que a sociedade deva se preocupar. Apenas o destempero de um segurança idiotizado, uma peça para reposição. No Cemitério São Luiz o murmúrio surdo da mãe e da jovem esposa.
A vitória da morte exercida com eficiência certeira desde sempre no país pelo braço armado contratado pela sociedade dominante e pelos seus comparsas que dominam toda a estrutura de poder do estado.
Pras Casas Bahia deixamos como lembrança o carnê saldado com a honra e a dignidade de um jovem trabalhador." ]
Porque hoje, não me apetece dizer muita coisa... porque trovejou a noite toda ... [ porque perdi o sono ...]
Porque o teu sorriso, ainda me perde ...
Porque eu quero, mas não devia ... porque sinto saudade ...e nao podia porque finais felizes ...nao existiram porque faltou um beijo ... porque faltou um abraço mais demorado ... .porque uma angústia ME amedronta
...uma vontade...uma inquietude ... por que meu coração suspira baixinho:
Onde esta voce agora ??!!!!
....
"Nos outros eu sei onde se abriga o coração. É no peito - todos sabem disso. Comigo a anatomia ficou louca. Eu sou todo coração - ele bate em todo o corpo." Wladimir Maiakovsky, 1922
A família já conseguiu, atráves do Ministério Público que o Governo fornecesse este tal óleo para as crianças...
Boa Sorte à vida destes meninos...
Óleo é única esperança de doença rara e letal
Medicamento revelado no filme Óleo de Lorenzo, que emocionou platéias pelo mundo, é a esperança de Edilson e Denise para salvar o pequeno Kelvi e o irmão da adrenoleucodistrofia. o mal destrói o sistema neurológico. Mas o frasco do óleo capaz de detê-lo custa R$ 591
Marcelo Abreu - Correio Braziliense
Comentários
Publicação: 14/08/2008 10:58 Atualização: 14/08/2008 11:40
Este é um relato feito de dor, lágrimas, luta e uma esperança de vida arrebatadora. E de como essa mesma vida, de uma hora para outra, pode mudar para sempre e alterar projetos e sonhos. Esta história, antes de qualquer coisa, espera por um milagre. Ítalo e Kelvi, dois irmãos, o mesmo diagnóstico, a mesma doença. O mais velho, Ítalo, de 8 anos, está no hospital. Não anda, não fala, não enxerga mais. Alimenta-se por sonda. Até o ano passado, era o melhor aluno da escola. Aprendeu a ler e a escrever bem depressa. Vibrou quando rabiscou o nome completo pela primeira vez. De terno branco e gravata borboleta azul, era o mais feliz na festa de formatura do jardim de infância. Fez pose para tirar retrato com o irmãozinho.
Vídeo: assista trailer do filme
Vascaíno roxo, Ítalo adorava jogar futebol e empinar pipa. Disse certa vez à mãe que, quando crescesse, iria trabalhar na farmácia onde o pai é balconista. Em fevereiro deste ano, porém, começou a perder a visão. Pediu à mãe, como súplica: “Tira essa coisa escura dos meus olhos%u2026” Ela lhe prometeu tirar aquela coisa dos seus olhos. Ele confiou na mãe. A mãe acreditou que o salvaria.
Kelvi, 5 anos, o filho mais novo, há dois meses começou a sentir dificuldade para andar. Tem arrastado a perna direita. E reclama que não enxerga bem. Os olhos se perdem no vazio. Mesmo de perto, tem dificuldade para ver pessoas e coisas. Tropeça e cai com facilidade.
Ítalo e Kelvi têm adrenoleucodistrofia (ADL) — doença rara que provoca mutações genéticas. Essa mutações destroem completamente o sistema neurológico. Existem, segundo os últimos registros em hospitais públicos, apenas oito casos em todo o Brasil. Não tem cura e leva o paciente a um estado vegetativo e à morte. Ítalo está há um mês no Hospital Regional da Asa Sul (Hras). Luta para continuar vivo. Kelvi, em casa, pergunta pelo irmão. Quer brincar com ele.
No domingo, Dias dos Pais, Kelvi tomou o remédio que não irá curá-lo, mas poderá evitar que a doença progrida mais rapidamente. Os pais lhe deram a primeira dose do Óleo de Lorenzo (leia Para Saber Mais). A ADL se caracteriza pelo acúmulo de ácidos graxos saturados nas células do cérebro, o que leva à destruição da mielina — substância formada de proteínas e gorduras que ajudam na condução das mensagens nervosas. Sem a mielina, os neurônios perdem a capacidade de transmitir corretamente os estímulos que fazem o cérebro funcionar.
O Óleo de Lorenzo é a mistura de dois ácidos graxos insaturados — o ácido oléico e o ácido erúcico. Essa mistura evita o acúmulo dos ácidos saturados nas células e tenta restabelecer a transmissão dos estímulos nervosos. Desde que o garoto tomou a primeira dose do remédio, a mãe e o pai de Kelvi passaram a acreditar em milagre. “Não sei se é apenas ansiedade, mas o olhinho dele ficou mais vivo”, comemora a dona-de-casa Denise Araújo Cardoso, de 27 anos. O balconista de farmácia Edilson da Silva Urany, 28, disfarça as lágrimas, segura a dor diante da mulher e do filho e continua: “Até a perna ele tá arrastando menos. A gente tem muita fé”.
Primeiros sintomas Na tarde de terça-feira, Edilson e Denise receberam o Correio. Na casa modesta, em Santo Antônio do Descoberto (GO), 50km do Plano Piloto, a família contou a dor ao se deparar com a doença dos dois únicos filhos. A princípio, Denise falou de culpa. É a mulher que transmite o gene para o filho. Ela é portadora, mas não a desenvolverá. “Só soube que tinha isso quando o Ítalo adoeceu e eu fiz exames específicos”, ela conta.
A gestação de Ítalo foi absolutamente tranqüila. “Até o teste do pezinho foi normal”, diz a mãe. O menino cresceu como qualquer criança saudável. Em fevereiro de 2007, aos 7 anos, teve a primeira convulsão. “Ele ficou pálido e muito mole. Levamos pro hospital daqui”, ela lembra. De Santo Antônio, o menino foi encaminhado para o Hospital de Taguatinga (HRT).
Medicado, Ítalo voltou para casa. Seria apenas uma indisposição. Precisaria ficar em observação. Os pais perceberam que ele começou a ficar agitado. E caía com facilidade. Em março, mais uma convulsão. Mais uma ida ao hospital, desta vez ao Hras. Depois, foi encaminhado para uma consulta com uma neurologista, no Hospital de Base (HBDF). Ela suspeitou de epilepsia. No HRT, marcaram uma tomografia. Numa clínica particular, ressonância. Os resultados foram levados para uma especialista, no Hospital Anchieta, em Taguatinga. Não havia mais o que contestar: Ítalo tinha ADL.
A médica falou sobre o que poderia acontecer com o menino. “Eu disse a mim mesma: ‘Ela só pode tá errada. Meu filho tá bem’. Eu não me conformei com aquele diagnóstico”, lembra Denise. Em fevereiro deste ano, o pior aconteceu: Ítalo parou de andar. Em abril, não mais enxergou. Os pais conseguiram uma consulta no Hospital Sarah. A equipe de genética confirmou o diagnóstico.
Dor e esperança O mundo de Edilson e Denise desabou. Se Ítalo tinha a doença, provavelmente Kelvi a teria também. Os exames ratificaram. O filho mais novo padecia do mesmo mal. Como não havia apresentado sintomas clínicos, os médicos chegaram a sugerir um transplante de medula. Na última hora, uma ressonância detectou uma mancha de gordura no cérebro. O transplante não adiantaria. Há dois meses, Kelvin começou a andar com dificuldade. E a perder, pouco a pouco, a visão.
Uma médica do Anchieta falou sobre o filme O Óleo de Lorenzo para Denise. “No começo deste ano, eu assisti com meu marido. Choramos muito, ficamos tristes, mas também tivemos mais esperança”, conta a mãe. E continuou, comovida: “Foi quando entendemos tudo sobre a doença e o que poderia acontecer com nossos filhos. Hoje, quando eu chego no hospital e vejo o Ítalo eu sei que ele me reconhece, mesmo que não fale nem me enxergue mais”.
A luta agora seria para ir atrás do Óleo de Lorenzo, remédio caro, não disponível na rede pública. Uma médica do Hras disse aos pais que valeria a pena tentar. “No Ítalo, como os sintomas estavam mais avançados, talvez não fizesse mais efeito. Mas no Kelvi seria importante experimentar”, conta Edilson. E começou a luta. Até mesmo contra alguns médicos, contrários à idéia. Aos pais, uma mulher de jaleco branco, despreparada e insensível, sentenciou, sem meias palavras: “É muito caro esse custo pro Estado. E além do mais as chances de recuperação são mínimas. Quem garante que vai dar certo?”.
O neurologista pediatra Sérgio Henrique Veiga, do Hras, resolveu se juntar aos pais, na esperança da vida. Acredita no Óleo de Lorenzo e o receitou para Ítalo e Kelvi. O mais novo começou a tomar o remédio no Dia dos Pais. O mais velho, internado, tomará depois que se curar completamente da pneumonia e fizer um procedimento cirúrgico para colocação de uma sonda no estômago.
Cada frasco de 500ml do óleo custa R$ 591. Dá apenas para duas semanas. A medicação, produzida nos Estados Unidos e no Canadá, é vendida por um distribuidor de São Paulo, sob severa prescrição médica. Denise e Edilson, que ganha R$ 700 como balconista de farmácia, saíram à luta. Santo Antônio do Descoberto fez uma corrente de solidariedade para juntar dinheiro. Teve bingo, rifa, partida de futebol beneficente. Até a igreja entrou na campanha.
Na semana passada, chegaram dois frascos do Óleo de Lorenzo. No Dia dos Pais, Kelvi tomou as primeiras doses. Feliz, perguntou à mãe: “Tem que tomar pra ficar grande e forte, né?”. Ela lhe garantiu que sim. Edilson e Denise sabem que o remédio não é a cura da doença, apenas retardará os danos que ela causará. “Mas faremos qualquer coisa pra retardar os sintomas dela”, reflete a mãe. Enxugando as lágrimas, o pai emenda: “É nossa única esperança, a única chance de lutar enquanto houver vida. E não importa quanto tempo a vida vai durar” . Junto à Secretaria de Saúde, a família luta para conseguir o medicamento. “Encaminhamos toda a papelada. Agora só falta a resposta do governo”, aguarda Edilson, apreensivo e com nenhuma certeza.
Naquela casa modesta de paredes azuis, aconteceu uma história improvável. Os dois únicos filhos de Denise e Edilson têm uma doença rara. Lentamente perdem a capacidade de se relacionar com o mundo. Vivem agora à espera de um milagre. E se agarraram a um óleo, o de Lorenzo, como a única esperança de suas vidas.
SOLIDARIEDADE A família precisa de ajuda para comprar o Óleo de Lorenzo. Contato: 8414-5562. Conta Banco do Brasil, agência 4545-4, conta corrente: 11151-1.
Realidade no cinema O filme Óleo de Lorenzo (Lorenzo’s Oil) conta o drama de um menino e sua luta para continuar vivo. Aos 6 anos, Lorenzo Odone começou a apresentar os sintomas da adrenoleucodistrofia (ADL) — doença degenerativa rara e incurável. Seus pais, informados do que aconteceria com o filho, não aceitaram o diagnóstico e iniciaram uma verdadeira batalha científica para melhor entender a doença e ajudar o menino. Aos poucos, com a destruição de células do cérebro, Lorenzo parou de andar, enxergar, comer e se comunicar.
Em livros de medicina, mergulhados dias e noites em bibliotecas, os pais de Lorenzo, Mickaela e Augusto Odone, passaram a estudar o mal que acometia o filho. Discutiam com os médicos o que haviam descoberto, buscavam opinião e, quase sempre, esbarravam no preconceito e na desinformação da própria classe médica em relação à doença de Lorenzo.
Depois de muitos estudos, os pais descobriram um tratamento à base de azeite de oliva e canola, que ficou conhecido em todo o mundo como o Óleo de Lorenzo. O medicamento não representa a cura, mas pode, segundo pesquisas médicas, retardar os sintomas da ADL.
Ainda criança, Lorenzo passou a tomar o medicamento. Não se curou porque as lesões do sistema nervoso central já haviam deixado seqüelas irreversíveis, mas a doença estacionou. Em maio deste ano, aos 30 anos, ele morreu em sua casa, na Virgínia (EUA). Não resistiu às conseqüências de uma pneumonia. O pai acredita que não houve ligação com a ADL. Na época que descobriu a doença, aos 6 anos, os médicos deram ao menino alguns meses de vida.
O Óleo de Lorenzo, que comoveu platéia do mundo inteiro, foi lançado em 1992 . No elenco, Susan Sarandon, Nick Nolte e Peter Ustinov. O filme teve duas indicações para o Oscar — o de melhor atriz e roteiro original.
"Levanta
Sacode
a poeira e
dá a volta
por cima".
Dia de Faxina
Estava precisando fazer uma faxina em mim... Jogar fora alguns pensamentos indesejados , lavar alguns tesouros enferrujados... Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais! Joguei fora alguns sonhos, algumas ilusões... Papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca dei; a raiva e o rancor das flores murchas que estavam dentro de um livro que nunca li. Olhei para os meus sorrisos futuros e minhas alegrias pretendidas... e coloquei tudo num cantinho, bem arrumadinhos.
Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão: paixões escondidas,
desejos reprimidos, palavras que não queria ter dito e lembranças de dias tristes... Mas também lá havia coisas lindas!!! Fui me encantando e distraindo, com cada uma daquelas lembranças.
Aí, fui naquele cantinho, naquela gaveta que a gente guarda tudo o que é mais
importante: o amor, a alegria, os sorrisos, um dedinho de fé para os momentos que mais precisamos... Como foi bom relembrar tudo aquilo!!! Recolhi com carinho o amor encontrado, dobrei direitinho os desejos, coloquei
perfume na esperança, passei um paninho na prateleira das minhas metas, deixei-as à mostra, para não perdê-las de vista. Coloquei nas prateleiras de baixo algumas lembranças da infância, na gaveta
de cima as da minha juventude e, pendurado bem à minha frente, coloquei a minha
capacidade de amar... e principalmente de RECOMEÇAR... (Desconheço autor)
11/10/2008 TSC, TSC, TSC....

|