Rose's profileO que se colhe , é o que...PhotosBlogListsMore Tools Help

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    5/28/2008

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    5/23/2008

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    "Deus abençoe"



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    Sabe aquele momento que a gente pensa que chegou no limite

    das próprias forças e que não vai mais conseguir avançar?
    Quando não contemos as lágrimas (e nem devemos!)

    E tudo parece um grande vazio?
    Esse momento que, não importa a nossa idade, pensamos que já é o fim.
    E um desânimo enorme toma conta da gente.
    Esse momento, ao contrário do que parece, é justamente o ponto de partida!
    Se chegarmos a um estado em que não avançamos mais,

    é que devemos provavelmente tomar uma outra direção.
    Quando chegamos a esse ponto é sinal de que alguma coisa deve ser feita.
    Não espere que os outros construam pra você, planeje e faça! 
    Você é responsável pelos seus próprios sonhos.
    Nas obras da vida não precisamos de arquitetos.
    Com um pouco de imaginação e um muito de boa vontade podemos

    reconstruir sozinhos a casa que vamos morar.
    É humano se sentir fragilizado.
    Às vezes é até mesmo necessário para que a gente tenha consciência

    que não somos infalíveis, não somos super-heróis!
    Mas seria desumano parar por aí.
    É injusto!!! 
    Recomeçar é a palavra!
    Recomeçar cada vez.
    A cada queda.
    A cada fim de uma estrada!
    Insistir! 

    Sempre...

    Desistir nunca!!!
     
    *Ô vida danadinha essa...

     

     

     

     

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    Ficantes ou Namoridos?


     

     

     

                                   Dos ficantes aos namoridos

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    Se você é deste século, já sabe que há duas tribos que definem o que é um relacionamento moderno.

    Uma é a tribo dos ficantes. O ficante é o cara que te namora por duas horas numa festa, se não tiver se inscrito no campeonato “Quem pega mais numa única noite”, quando então ele será seu ficante por bem menos tempo — dois minutos — e irá à procura de outra para bater o próprio recorde. É natural que garotos e garotas queiram conhecer pessoas, ter uma história, um romance, uma ficada, duas ficadas, três ficadas, quatro ficadas... Esquece, não acho natural coisa nenhuma. Considero um desperdício de energia.

    Pegar sete caras. Pegar nove “mina”. A gente está falando de quê, de catadores de lixo? Pegar, pega-se uma caneta, um táxi, uma gripe. Não pessoas. Pegue-e-leve, pegue-e-largue, pegueeuse, pegue-e-chute, pegue-e-conte-para-os-amigos.

    Pegar, cá pra nós, é um verbo meio cafajeste. Em vez de pegar, poderíamos adotar algum outro verbo menos frio. Porque, quando duas bocas se unem, nada é assim tão frio, na maioria das vezes esse “não estou nem aí” é jogo de cena. Vão todos para a balada fingindo que deixaram o coração em casa, mas deixaram nada. Deixaram a personalidade em casa, isso sim.

    No entanto, quem pode contra o avanço (???) dos costumes e contra a vulgarização do vocabulário? Falando nisso, a segunda tribo a que me referia é a dos namoridos, a palavra mais medonha que já inventaram. Trata-se de um homem híbrido, transgênico.

    Em tese, ele vale mais do que um namorado e menos que um marido. Assim que a relação começa, juntam-se os trapos e parte-se para um casamento informal, sem papel passado, sem compromisso de estabilidade, sem planos de uma velhice compartilhada — namoridos não foram escolhidos para serem parceiros de artrite, reumatismo e pressão alta, era só o que faltava.

    Pois então. A idéia é boa e prática. Só que o índice de príncipes e princesas virando sapo é alta, não se evita o tédio conjugal (comum a qualquer tipo de acasalamento sob o mesmo teto) e pula-se uma etapa quentíssima, a melhor que há.

    Trata-se do namoro, alguns já ouviram falar. É quando cada um mora na sua casa e tem rotinas distintas e poucos horários para se encontrar, e esse pouco ganha a importância de uma celebração.

    Namoro é quando não se tem certeza absoluta de nada, a cada dia um segredo é revelado, brotam informações novas de onde menos se espera. De manhã, um silêncio inquietante. À tarde, um mal-entendido. À noite, um torpedo reconciliador e uma declaração de amor.

    Namoro é teste, é amostra, é ensaio, e por isso a dedicação é intensa, a sedução é ininterrupta, os minutos são contados, os meses são comemorados, a vontade de surpreender não cessa — e é a única relação que dá o devido espaço para a saudade, que é fermento e afrodisíaco. Depois de passar os dias se vendo só de vez em quando, viajar para um fim de semana juntos vira o céu na Terra: nunca uma sexta-feira nasce tão aguardada, nunca uma segunda-feira é enfrentada com tanta leveza.

    Namoro é como o disco “Sgt. Peppers”, dos Beatles: parece antigo e, no entanto, não há nada mais novo e revolucionário. O poeta Carlos Drummond de Andrade também é de outro tempo e é para sempre. É ele quem encerra esta crônica, dando-nos uma ordem para a vida: “Cumpra sua obrigação de namorar, sob pena de viver apenas na aparência. De ser o seu cadáver itinerante".

    5/21/2008

    Frases


     

    lili

     

     

    Tente outra Vez... *.*


     

     
     
     
    Veja, nao diga que a canção está perdida, 
    tenha fé em Deus, tenha fé na vida,
    Tente outra vez  Beba, Pois a água viva ainda está na fonte. 
    Você tem dois pés para cruzar a ponte  Nada acabou, não não não não  Tente, Levante sua mão sedenta e recomece 
    a andar  Não pense que a cabeça agüenta
    se você parar, não não não não  Há uma voz que canta, uma voz que dança, 
    uma voz que gira  Queira, Basta ser sincero e desejar profundo  Você será capaz de sacudir o mundo, vai  Tente ou.tra vez  
    Tente E não diga que a vitória está perdida  e é de batalhas que se vive a vida  Tente ou.tra vez
     
     
     
     
     
     

    5/15/2008

    :(( TRISTE :((


     

    Não costumo usar esse espaço para desabafar, não de forma explícita, mas....
    hj estou me sentindo muito triste, passei a noite acordada cuidando de João, muito triste ver meu filhote doente e não poder ajudá- lo, ainda bem que  ele acordou melhor e até foi para escola, tava todo empolgado para rever os coleguinhas, LINDO!
     
    Tenho que tomar uma atitude e isso tem me deixado louca, tenho medo de não fazer a coisa certa ou de continuar a não fazer a coisa certa, QUE DUVIDA CRUEL... na realidade tá tudo errado e mudanças são necessárias, MEU DEUS, ME AJUDE!
    Confio de mais em DEUS e na grandeza de seu poder, é essa fé que me dá esperança de que coisas boas irão acontecer, não suporto pensar na hipótese de que meu filho seja preterido por alguém e principalmente por quem deveria amá-lo incondicionalmente. Quando vejo o caso de Isabela Nardoni na televisão fico pensando: Pq os pais são tão diferentes das mães? Tudo bem que tem um monte de mãe monstro por aí que tb são capazes de ferir os seus próprios filhos, amo de mais o meu e tudo que eu puder fazer para protegê-lo eu farei e não terei medo dos açoites, tenho a certeza que dou o meu melhor para ele, baseado nisso é que me cobro uma atitude em relação a determinado assunto, tenho medo de torná-lo vulnerável, JESUS PROTEJA MEU FILHO,  PLEASE!
    Tenho adiado esse momento por muito tempo, mas, quero justiça e quero que o meu filho tenha tudo que lhe é de direito, só quero o que for justo para ele, mas a saúde física e mental dele vem em primeiro lugar, não quero que ele seja maltratado em troca do vil, e aí deixo ou não deixo tudo do jeito que tá?
    Tenho até o fim do dia de hj para tomar uma atitude, antes de mais nada quero colocar essa causa nas maõs do Deus Vivo, do grande EU SOU, e pedir que Ele seja o nosso ajudador e que tudo saia conforme a sua vontade e que todo mal seja amarrado em nome de Jesus.
    Vou pensar um pouquinho e mais tarde vejo o que faço.
    Continuo priorizando a segurança e a felicidade de João Vítor, não deixarei que nada e nem ninguém o faça sofrer de alguma forma, lutarei sempre pela segurança e pela vida dele.


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    Deus é...

     


     

    5/12/2008

    AGRADECIMENTO...


     

    5/9/2008

    Falando sobre Duvidas...

     

    “Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma idéia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase sempre que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
    Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. Há um perigo: se reflito demais, deixo de agir. E muitas vezes prova-se depois que eu deveria ter agido. Estou num impasse. Quero melhorar e não sei como. Sob o impacto de um impulso, já fiz bem a algumas pessoas. E, às vezes, ter sido impulsiva me machuca muito. E mais, nem sempre meus impulsos são de boa origem. Vêm, por exemplo, da cólera. Essa cólera às vezes deveria ser desprezada; outras, como me disse uma amiga a meu respeito, são cólera sagrada. Às vezes minha bondade é fraqueza, às vezes ela é benéfica a alguém ou a mim mesma. Às vezes restringir o impulso me anula e me deprime. (muitas vezes)
    Que farei então? Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impu
    lso. Não sou madura ainda. Ou nunca serei.” (Clarice Lispector)

    tristeza

    5/7/2008

    Deus

     

    5/6/2008

    o ron ron do gatinho


       

    5/5/2008

    Filho

      ROSE 245

    Senhor,

    acampe os teus anjos ao redor do meu filho,

    que o Senhor venha guardá-lo e livrá-lo de todo mal em nome de Jesus.

    Borboleta