Entra tapas e beijos
Ah, o amor, esse eterno ingrato. Esse indivíduo que muitas vezes nos cega a razão e nos coloca em situações tão doentias quanto risíveis. Quem nunca se viu molhando o triste travesseiro da solidão ou recitando versos de Vinicius em plena terça de Carnaval que arranque a primeira pétala de rosa. Não adianta, é assim no mundo todo. Em Paris, então, ulalá, nem se fala. Pois é de lá que pinçamos esse desenho animado que é uma fofura. A quoi ça sert l’amour? (Pra quê serve o amor?), pergunta Edith Piaf. Entre tapas e beijos, no fim tudo acaba... como tem de acabar. E a vida segue.